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	<title>A sério?</title>
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	<description>Tudo o que sempre quis saber, não sabe e não vai ser agora que vai aprender...</description>
	<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 16:49:23 +0000</pubDate>
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		<title>Como mudar a sua vida em 7 dias!</title>
		<link>http://aserio.blog.com/2009/04/09/como-mudar-a-sua-vida-em-7-dias/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 16:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andreia</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Não acho que esteja deprimida, mas também não parto tectos a dar saltos de alegria... Não me parece que vá ali cortar os pulsos e venha já...<br />
Noutro dia vi um gajo no telejornal que tinha deixado uma carreira na área do marketing para seguir o seu sonho de ser músico, isto porque chegou à conclusão que a música era o que realmente o fazia feliz. Quantos de nós tem os tomates para fazer isto? Procurar fazer aquilo que nos faz verdadeiramente felizes... Nesta minha curta vida em anos e já muito longa em planos e sonhos na gaveta, desde a fase em que queria ser veterinária, à fase em que pensei dedicar-me a uma vida religiosa e ser freira e/ou missionária, quando pensava que ia ser uma excelente professora de Inglês, a fase em que queria à força toda ser psicóloga e a última fase em que me fiquei pelo "indefinido" e decidi que fosse o que fosse que fizesse queria ser senão a melhor, das melhores. E claro, o que sempre foi uma certeza ao longo dos anos, a minha paixão pela música mas nunca me atrevi a encarar isso como uma possível carreira...<br />
Agora na plenitude dos meus belos 25 anos continuo sem saber que caraças quero fazer da vida... Basicamente é o ser feliz, mas o que é que me faz feliz? Descobri noutro dia de uma coisa que sei que não quero fazer para o resto da vida: estar sentada em frente a um computador 8 horas por dia... Eu acho que sou o contrário de precoce, devo ser um bocado lenta, o meu processador deve ser fraquinho ou é topo de gama e eu é que o sobrecarrego com o spam que atravessa o meu cérebro 24h/dia. É mesmo muito difícil ser ser eu! A mulher dos extremos, a que não quer de forma alguma ser a coitadinha de que todos sentem pena nem aquela que todos ignoram, a que quer ter o crédito que merece e apenas o que merece, nada mais, nada menos, a que quer sobressair e ao mesmo tempo permanecer no anonimato, a que quer proteger a sua privacidade e a que se quer dar a conhecer sem saber como, a que é tímida, a que não sabe o que dizer, a que é calada porque é tímida e é apelidada de estranha e anti-social, a que absorve o que os outros dizem pensando no tanto que podia dizer e cala. A que tem uma ânsia de aprender sobre-humana, a que tem uma ânsia de viver que ninguém imagina mas que não sabe muito bem como fazer. A que gostava de expressar por palavras o que já viveu para ajudar outros que vivem o mesmo, a que enfrenta os seus fantasmas mas que ainda os teme. Aquela que já experimentou uma dor que a nada consegue comparar, a sobrevivente, a forte, a fraca e a normal. A que ninguém compreendeu, a que ninguém compreende e aquele em que não há nada para compreender. A ex-automutiladora, a para-suicida, a sobrevivente. E neste momenta, a gaja mais aborrecida deste mundo. Eu.<br />
Se acham que existe uma fórmula para se ser feliz estão correctos! Claro que existe! Só que ainda ninguém a descobriu! Tais como os OVNI's e os fantasmas que existem mas que ainda ninguém descobriu. Eles andem aí, mas ainda ninguém viu. Alguém sério, claro, tipo aqueles gajos não muito sérios a que chamamos governo. Quando esses gajos disserem que já viram e que existe eu passo a acreditar (publicamente, para agora só secretamente, xiuuu). É como a fórmula da felicidade... Sabes qual a receita para fazer gelo? Nem eu, perdi-a! E agora nem um congelador me vale!<br />
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			<content:encoded><![CDATA[<div>Não acho que esteja deprimida, mas também não parto tectos a dar saltos de alegria&#8230; Não me parece que vá ali cortar os pulsos e venha já&#8230;<br />
Noutro dia vi um gajo no telejornal que tinha deixado uma carreira na área do marketing para seguir o seu sonho de ser músico, isto porque chegou à conclusão que a música era o que realmente o fazia feliz. Quantos de nós tem os tomates para fazer isto? Procurar fazer aquilo que nos faz verdadeiramente felizes&#8230; Nesta minha curta vida em anos e já muito longa em planos e sonhos na gaveta, desde a fase em que queria ser veterinária, à fase em que pensei dedicar-me a uma vida religiosa e ser freira e/ou missionária, quando pensava que ia ser uma excelente professora de Inglês, a fase em que queria à força toda ser psicóloga e a última fase em que me fiquei pelo &#8220;indefinido&#8221; e decidi que fosse o que fosse que fizesse queria ser senão a melhor, das melhores. E claro, o que sempre foi uma certeza ao longo dos anos, a minha paixão pela música mas nunca me atrevi a encarar isso como uma possível carreira&#8230;<br />
Agora na plenitude dos meus belos 25 anos continuo sem saber que caraças quero fazer da vida&#8230; Basicamente é o ser feliz, mas o que é que me faz feliz? Descobri noutro dia de uma coisa que sei que não quero fazer para o resto da vida: estar sentada em frente a um computador 8 horas por dia&#8230; Eu acho que sou o contrário de precoce, devo ser um bocado lenta, o meu processador deve ser fraquinho ou é topo de gama e eu é que o sobrecarrego com o spam que atravessa o meu cérebro 24h/dia. É mesmo muito difícil ser ser eu! A mulher dos extremos, a que não quer de forma alguma ser a coitadinha de que todos sentem pena nem aquela que todos ignoram, a que quer ter o crédito que merece e apenas o que merece, nada mais, nada menos, a que quer sobressair e ao mesmo tempo permanecer no anonimato, a que quer proteger a sua privacidade e a que se quer dar a conhecer sem saber como, a que é tímida, a que não sabe o que dizer, a que é calada porque é tímida e é apelidada de estranha e anti-social, a que absorve o que os outros dizem pensando no tanto que podia dizer e cala. A que tem uma ânsia de aprender sobre-humana, a que tem uma ânsia de viver que ninguém imagina mas que não sabe muito bem como fazer. A que gostava de expressar por palavras o que já viveu para ajudar outros que vivem o mesmo, a que enfrenta os seus fantasmas mas que ainda os teme. Aquela que já experimentou uma dor que a nada consegue comparar, a sobrevivente, a forte, a fraca e a normal. A que ninguém compreendeu, a que ninguém compreende e aquele em que não há nada para compreender. A ex-automutiladora, a para-suicida, a sobrevivente. E neste momenta, a gaja mais aborrecida deste mundo. Eu.<br />
Se acham que existe uma fórmula para se ser feliz estão correctos! Claro que existe! Só que ainda ninguém a descobriu! Tais como os OVNI&#8217;s e os fantasmas que existem mas que ainda ninguém descobriu. Eles andem aí, mas ainda ninguém viu. Alguém sério, claro, tipo aqueles gajos não muito sérios a que chamamos governo. Quando esses gajos disserem que já viram e que existe eu passo a acreditar (publicamente, para agora só secretamente, xiuuu). É como a fórmula da felicidade&#8230; Sabes qual a receita para fazer gelo? Nem eu, perdi-a! E agora nem um congelador me vale!</p>
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		<title>Chuva seca e outras questões ambientais</title>
		<link>http://aserio.blog.com/2008/09/11/chuva-seca-e-outras-questoes-ambientais/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 15:02:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andreia</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-size: 12px; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 15px;">Pois foi</span> <span style="font-size: 15px;"><img style="width: 154px; height: 153px;" src="http://amadeo.blog.com/repository/1000813/3494918.jpg" align="left" /></span><span style="font-size: 15px;">há alguns anitos atrás que o meu primo Paulo chegou a casa da nossa avó e disse qu</span><span style="font-size: 15px;">e i</span><span style="font-size: 15px;">a</span> <span style="font-size: 15px;">na autoestrada com</span> <span style="font-size: 15px;">o tio Zé quando de repente começou a chover, imagine-se,</span> <span style="font-size: 15px;">chuva seca... "Chuva seca?! A sério?!", e ele, com aquele ar super composto: "Sim, chuva seca! Ouvias a chuva a cair mas não vias água... É chuva seca..." E eu acreditei na chuva seca, ou melhor, fiquei a matutar naquilo! E parecia-me mesmo muito estranho... Por momentos acreditei que realmente existia chuva seca...</span><br />
<span style="font-size: 15px;">Não estranho por isso que em certas ocasiões lá me saia disparado pela boca o "a sério?!". Até agora ainda ninguém me disse "não, a brincar, é mentira, simplesmente estou a gozar contigo!". Coisa parva acreditar em quase tudo o que nos dizem, mas que também leva a situações e proporciona algumas histórias engraçadas. Como daquela vez que o Daniel lá do trabalho me ligou para o telemóvel a dizer que era do Banco Popular e que me queriam entrevistar... Eu bem que reconheci a voz dele, mas ele levou aquilo tão a sério que eu acreditei... Que filme! Riram-se bem à minha custa, mas eu ri-me também :)</span><br />
<span style="font-size: 15px;">Por isso posso dizer que a chuva seca desempenha um papel de grande relevo na minha vida... "A sério?!", "Sim, a sério!..."</span></div>

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			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: justify; font-size: 12px; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 15px;">Pois foi</span> <span style="font-size: 15px;"><img style="width: 154px; height: 153px;" src="http://amadeo.blog.com/repository/1000813/3494918.jpg" align="left" /></span><span style="font-size: 15px;">há alguns anitos atrás que o meu primo Paulo chegou a casa da nossa avó e disse qu</span><span style="font-size: 15px;">e i</span><span style="font-size: 15px;">a</span> <span style="font-size: 15px;">na autoestrada com</span> <span style="font-size: 15px;">o tio Zé quando de repente começou a chover, imagine-se,</span> <span style="font-size: 15px;">chuva seca&#8230; &#8220;Chuva seca?! A sério?!&#8221;, e ele, com aquele ar super composto: &#8220;Sim, chuva seca! Ouvias a chuva a cair mas não vias água&#8230; É chuva seca&#8230;&#8221; E eu acreditei na chuva seca, ou melhor, fiquei a matutar naquilo! E parecia-me mesmo muito estranho&#8230; Por momentos acreditei que realmente existia chuva seca&#8230;</span><br />
<span style="font-size: 15px;">Não estranho por isso que em certas ocasiões lá me saia disparado pela boca o &#8220;a sério?!&#8221;. Até agora ainda ninguém me disse &#8220;não, a brincar, é mentira, simplesmente estou a gozar contigo!&#8221;. Coisa parva acreditar em quase tudo o que nos dizem, mas que também leva a situações e proporciona algumas histórias engraçadas. Como daquela vez que o Daniel lá do trabalho me ligou para o telemóvel a dizer que era do Banco Popular e que me queriam entrevistar&#8230; Eu bem que reconheci a voz dele, mas ele levou aquilo tão a sério que eu acreditei&#8230; Que filme! Riram-se bem à minha custa, mas eu ri-me também <img src='http://c0404161.cdn.cloudfiles.rackspacecloud.com/16442ca129554f399ff7b46457727509' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span><br />
<span style="font-size: 15px;">Por isso posso dizer que a chuva seca desempenha um papel de grande relevo na minha vida&#8230; &#8220;A sério?!&#8221;, &#8220;Sim, a sério!&#8230;&#8221;</span></div>
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